quarta-feira, 21 de junho de 2023

 

                                                  O que é a Síndrome de Down

A síndrome de Down (SD) ou trissomia do cromossomo 21, é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. Isso quer dizer que as pessoas com síndrome de Down têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

O termo “síndrome” significa um conjunto de sinais e sintomas observáveis e “Down” designa o sobrenome do médico pediatra inglês John Langdon Down, que realizou a primeira descrição da SD.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da síndrome de Down (T21) é feito pelo estudo cromossômico (cariótipo) e pode ser realizado ainda durante a gestação através de exames clínicos como a amniocentese (pulsão transabdominal do líquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação) ou a biópsia do vilo corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a SD e outras cromossopatias.

Estima-se que, no Brasil, 1 em cada 700 nascimentos ocorre o caso de trissomia 21

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DE UMA PESSOA COM ESSA SÍNDROME?

Raiz nasal achatada ;

Baixa estatura;

Mãos pequenas e dedos curtos;

Flacidez muscular (hipotonia);

Prega palmar única;

Olhos com linha ascendente e dobras da pele nos cantos internos.

SÍNDROME DE DOWN É UMA DOENÇA?SÍNDROME DE DOWN TEM TRATAMENTO/CURA

          A Síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada como tal. Pessoas com T21 são, na maior parte do tempo, saudáveis. Ocasionalmente, como consequência de baixa resistência imunológica, as crianças com síndrome de Down, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais susceptíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo. Esta propensão vai diminuindo com o crescimento.

         A Síndrome de Down não é uma lesão ou doença que através de intervenção cirúrgica, tratamento ou qualquer outro procedimento pode se modificar.

Desenvolvimento da pessoa com síndrome de Down

A pessoa com T21 é capaz de aprender e de se desenvolver. Para isso, assim como qualquer outro ser humano, é necessário estimular desde a primeira infância para que ela se desenvolva e potencialize as suas capacidades, sempre respeitando o seu ritmo e a sua singularidade.

É necessário que se tenha um acompanhamento próximo, de familiares e de profissionais que respeitem o tempo e forma individual de aprendizado de cada criança.

Assim, o exercício da capacidade lógica, de raciocínio, interpretação e organização das informações será, de forma gradativa, melhorada por meio do incentivo da instituição de ensino e dos familiares, que precisam deixar que a criança desenvolva e solucione suas tarefas sozinhas.


Referências

O que é a Síndrome de Down - Instituto Mano Down

https://altadiagnosticos.com.br/saude/sindrome-de-down

Charlote Coelho, A Síndrome de Down. Portugal, 2016.

A0963.pdf (psicologia.pt)



sábado, 28 de janeiro de 2017

TEA - Comunicação, interação social e comportamento



TEA - Comunicação, interação social e comportamento


Nadja Fernandes

Segundo Bez, o Transtorno do Aspecto Autista é um distúrbio do desenvolvimento neurológico que se apresenta na infância, mas que não é de fácil diagnostico devido ao grau de observação não suficiente nos primeiros anos. Esse distúrbio afeta principalmente a área da comunicação, socialização, interesses fixados e comportamentos repetitivos.
Para ser considerada uma pessoa com Transtorno do Aspecto Autista deverá expor alguns critérios, tais como: déficit na reciprocidade socioe0mocional, em comportamentos comunicativos não verbais, que vão desde a falta de integração na comunicação verbal e não verbal, bem como no desenvolvimento e na manutenção de relacionamentos adequados ao seu nível estrutural, passando a dificuldades de ajustes do comportamento, a jogos imaginativos e fazer amigos.
Observar padrões repetitivos de comportamentos, interesses ou atividades, aderência excessiva a rotina, como também resistência excessiva à mudanças. Uma pessoa muito restrita que tem fixado interesses anormais. Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais.
Os déficits na comunicação e no desenvolvimento da linguagem estão presentes na vida do autista e caracterizam a síndrome, mas há gravidade varia de acordo com o grau de comportamento do sujeito.
Geralmente a pessoa com autismo não é bem compreendida devido à forma como o mesmo se comunica. Faz-se assim necessária uma observação mais atenta.
Alguns autores discordam quanto a crença de que as crianças com autismo não são capazes de se comunicar, para eles essas crianças desenvolvem padrões de comunicação, mesmo ocorrendo de forma alternativa, algumas crianças chegam a desenvolver seus próprios padrões.
Embora consigam desenvolver a linguagem, utilizando palavras e estruturas gramaticais suas falas apresentam um déficit quanto ao entendimento de intenções e crenças.
Ao ingressar na escola é comum essas crianças apresentarem um comportamento inflexível, pois são muitos os estímulos no ambiente que causam desconforto a elas, são reações esperadas tendo em vista a alteração da sua rotina, sendo para ela uma experiência desconhecida. Essa adaptação será um processo que levará tempo e a escola necessitará se reestruturar para possibilitar a inclusão desse aluno.
Quando mais cedo à criança for inserida no ambiente escolar, mais fácil será para ela se familiarizar com a vivência escolar.   



BEZ, M. R. Transtorno do Espectro Autista. In: BEZ, M. R. Sistema de comunicação alternativa para processos de inclusão em autismo: uma proposta integrada de desenvolvimento em contextos para aplicações móveis e web. [Tese de Doutorado em Informática na Educação]. UFRGS - Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação. Porto Alegre, 2014.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Bill Gates visita escola secundária          
                  
“Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:


1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles."

https://www.linkedin.com/pulse/bill-gates-foi-convidado-por-luis-rizo

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O AEE para o aluno com DI
Nadja Fernandes de Melo

Diante da imprecisão do conceito de deficiência intelectual que trouxe como consequência uma indefinição mais clara desse atendimento, pois não havia clareza quanto a natureza do trabalho a ser realizado, se deveria ser uma intervenção especifica complementar à escola comum ou substitutiva e compensatória para aquisição paralela do saber escolar.
Por ter sido criado legalmente sem ter suas ações descritas passou a ser confundido com reforço escolar. Segundo Batista “A educação especializada tem sido utilizada para tentar “adaptar” os alunos com deficiência mental às exigências da escola comum tradicional.” (p. 15, 2006).
Hoje o atendimento educacional especializado traz um novo enfoque, mais centrado na superação de barreiras do aluno com deficiência, privilegiando o desenvolvimento e a superação dos seus limites, levando-o a pensar e a ser um sujeito ativo no seu processo de ensino aprendizagem.
O aluno com deficiência intelectual precisa trabalhar a sua abstração por meio das projeções praticas do pensamento. Para isso, o seu cognitivo deve ser estimulado e provocado, para assim, tornar o seu conhecimento consciente e interiorizado.
Assim, o trabalho desenvolvido no atendimento educacional especializado deve permitir que o aluno se aproprie do saber que lhe é próprio, tornando-o consciente do que ele construiu, trazendo sua vivencia e se posicionando de forma criativa e autônoma, permitindo que a verdade, seu ponto de vista, seja colocado, que elabore suas ideias, suas questões de forma ativa.
O AEE juntamente com a sala de aula comum deve oferecer oportunidades para que o aluno possa construir seus conhecimentos de acordo com suas necessidades e aproveitando suas capacidades.
Sendo assim, de acordo com Batista “O objetivo do atendimento educacional especializado é propiciar condições e liberdade para que o aluno com deficiência mental possa construir a sua inteligência, dentro do quadro de recursos intelectuais que lhe é disponível, tornando-se agente capaz de produzir significado/conhecimento.” (p.21, 2006).
O professor do AEE deve propor atividades que contribuam para aprendizagem desse aluno, possibilitando situações que o levem a utilizar o seu raciocínio, para tanto, é preciso conhecer o aluno e suas particularidades. É também imprescindível que o professor produza materiais didáticos e pedagógicos que atendam a necessidade do educando facilitando sua interação escolar e social.
Dentre os materiais que podem ser utilizados e/ou confeccionados temos os recursos de baixa e alta tecnologia que visam eliminar as barreiras que dificultam sua aprendizagem.

Referências:
Batista, Cristina Abranches Mota. Educação inclusiva : atendimento educacional especializado para a deficiência mental. [2. ed.] / Cristina Abranches Mota Batista, Maria Teresa Egler Mantoan. – Brasília : MEC, SEESP, 2006.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um jogo  que pode ser trabalhado na alfabetização de crianças com dislexia 

Faixas de Leitura


Um ótimo recurso para promover a participação dos alunos em grupos, possibilitando o desenvolvimento da linguagem e para ajudar o aluno a compreender a formação das palavras. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Atividades para trabalhar com crianças autistas


 Algumas sugestões e atividades que podem ser trabalhadas com crianças autistas.



MULTIPLICAÇÃO EM PIZZA


Permite demonstrar a multiplicação entre números apenas trocando o multiplicador central. Assim, possibilita montar operações sem que seja necessário ao aluno armá-las e copiá-las em papel.

Confeccionado para alunos com dificuldade de manuseio de lápis e papel. Evita que os alunos se cansem demasiadamente.


                                               Criação: Regina Lázara Salim Moraes Bernardo.

Descrição:

Confeccionado em madeira de forma circular, com diâmetro de 35 cm e espessura de 2 cm. No meio possui uma abertura também em forma de círculo, na qual os multiplicadores podem ser trocados. O recurso é acompanhado de toquinhos de madeira com os numerais inscritos, que serão utilizados para exibir o resultado da operação  aritmética.


Fonte: Laboratório de Educação Especial "Prof. Ernani Vidon", Unesp,

Marília, SP.

                                                                            Jogo da Memória




 











                                                    O que é a Síndrome de Down A síndrome de Down (SD) ou trissomia do cromossomo 21, é u...